Santa Cruz do Sul – Surge uma franquia nacional diferenciada

De olho no fantástico mercado de chocolates no Brasil – que neste ano deverá atingir R$24, 5 bilhões – surgiu em Santa Cruz do Sul a Catterino, que traz junto a solidez, gestão e experiência de 40 anos do Grupo Dallas e da Germani Alimentos. Com o propósito de preencher uma lacuna no mercado brasileiro de chocolates finos, a Catterino testou mais de 550 produtos. Desenvolveu uma linha de produtos que produzem aos apreciadores exigentes experiências sensoriais únicas. O sucesso dos produtos levou a estruturar a franquia da Catterino, que além dos fantásticos chocolates, produz também todos os produtos da cafeteria como salgados, doces e tortas. Concentrando a cadeia de fornecedores, diminuindo custos e mantendo a qualidade. A Catterino fornece todo o suporte para a instalação da operação diferenciada na cidade escolhida, e o treinamento do franqueado e sua equipe na loja modelo de Santa Cruz do Sul.
Nossa resiliente indústria

Setor já representou 40% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional na década de 1980, mas hoje a fatia é de apenas 10,8%. Por Cesar Cechinato, consultor empresarial e ex-secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Santa Cruz do Sul A indústria brasileira obteve em 2024 um avanço de 3,1%. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a indústria de transformação alcançou em 2024 o melhor resultado de faturamento dos últimos 14 anos. A política fiscal expansionista, mesmo com uma política monetária contracionista, a demanda interna crescente e o amplo crédito ao consumo permitiram a expansão de um setor que já representou 40% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional na década de 1980, mas hoje, apenas 10,8%. No Rio Grande do Sul, a indústria emprega 25,8% do total de trabalhadores com carteira assinada. A indústria gaúcha terminou o ano de 2024 com uma queda de 0,4% em relação a 2023. Não fosse a tragédia climática, a indústria gaúcha praticamente recomporia parte do forte resultado negativo de 2023 (-4,0%). No Rio Grande do Sul, a indústria emprega 25,8% do total de trabalhadores com carteira assinada. Ainda é ela a que paga os melhores salários médios. Os municípios com forte participação industrial em seu PIB, via de regra, são aqueles que apresentam os melhores indicadores sociais. Na Serra Gaúcha, é extremamente relevante. Em Caxias do Sul, os trabalhadores da indústria representam 44% da força de trabalho, mesmo percentual de Bento Gonçalves. Em municípios como Flores da Cunha, Garibaldi, Antônio Prado, Carlos Barbosa e São Marcos, os industriários representam de 53% a até 63% dos celetistas. Em Erechim e Gravataí, alcançam 40%. Em Lajeado e São Leopoldo, 36%. Em Santa Cruz do Sul, terceiro maior gerador de impostos do Estado e 53º do Brasil, a indústria representava 34% da força de trabalho em fevereiro, mas é responsável por 88% do seu retorno de ICMS. A reforma tributária impactará positivamente na sua competitividade, mas os demais componentes do custo Brasil (como a infraestrutura precária e a insegurança jurídica) deverão ser atacados, e com urgência. Fortes investimentos em educação formal e técnica dos trabalhadores, em tecnologia e inovação, são fundamentais para ampliar sua produtividade, já há muito estagnada, e serão fundamentais para a indústria ser novamente relevante, neste novo contexto internacional.